VANTAGENS DO AUTOADESIVO

No passado, os rótulos autoadesivos não representavam a maior parcela entre os tipos de rótulos existentes e utilizáveis para diversos setores.
O motivo, até então, era o custo.

Hoje essa realidade é muito diferente, e os rótulos autoadesivos praticamente aposentaram o uso de rótulos soltos que recebiam a cola no momento da aplicação.

Segue um comparativo entre a utilização de ambos os tipos, para se ver quanta coisa evoluiu:

Rótulos autoadesivos

Rotuladoras: Máquinas fáceis de operar, de baixo índice de manutenção e baixo custo.
Adesivo: Fixado no próprio rótulo. Existe uma variedade, mas não há incompatibilidade entre o material do rótulo e o tipo de adesivo aplicado a ele.
Rótulos: Individuais, mas fixados em uma mesma base de fundo, o liner, enrolado em forma de bobina, que facilita o manuseio e a aplicação e aumenta a integridade do material.
Materiais dos rótulos: Pode-se usar o tradicional papel couchê com alguma laminação (em verniz ou BOPP), para melhor proteção e/ou acabamento. Também pode-se utilizar o BOPP (fibra plástica) como material base, com ou sem laminação (geralmente metalizada). Têm-se, então, mais opções de aspecto que resultam em melhor qualidade para o produto, independente de seu valor agregado.
Formatos de embalagens: Apesar do cilíndrico continuar sendo o formato mais fácil de se trabalhar, está aberta a porta de um mundo de possibilidades para que cada setor de atividade possa desenvolver formatos de embalagem que realcem a identidade de seus produtos.
Disponibilidade: Tudo ficou mais fácil com o autoadesivo, principalmente o dia-a-dia na produção e o destaque de seu produto ao consumidor. Mesmo o produtor artesanal pode contar com soluções que fazem seu produto ganhar destaque.

Rótulos com cola

Rotuladoras: Máquinas de mecânica complexa, que exigiam muita limpeza e manutenção, além do custo bem mais elevado.
Adesivo: A cola, um item a mais no processo, que pedia maior limpeza e manutenção. Limitava a maioria dos casos a usar somente o papel couchê como material para os rótulos.
Rótulos: Recortados, totalmente soltos, dando uma margem maior a perdas e retrabalho, geralmente por rasura no manuseio ou mesmo na aplicação.
Materiais dos rótulos: Com a cola quente, que cristalizava em temperatura ambiente, podia-se recorrer ao BOPP. Já com a cola fria, que precisava evaporar, praticamente obrigava-se a utilizar apenas o papel couchê para os rótulos. Podia-se contar com a laminação, mas a beleza que conferiam ao produto era limitada, devido aos poucos recursos disponíveis em material ou acabamento.
Formatos de embalagens: Era predominante o cilíndrico, pois formatos planos ou ovais geravam dificuldade ou inviabilidade para a colagem dos rótulos. Independente do setor de atividade, o visual dos produtos era muito parecido, cabendo somente ao rótulo conferir algum destaque.
Disponibilidade: Produzir em quantidade e com qualidade era uma realidade limitada, pois significava possuir máquinas caríssimas e muita mão de obra. O pequeno produtor tinha maior dificuldade em destacar seus produtos.